Atualizado em 23/08/2013 às 06:36:29

Pesquisa de Saúde vai visitar 3,8 mil moradias no Paraná

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O Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), iniciou a coleta de informações para a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), em Apucarana. O levantamento, realizado em parceria com o Ministério da Saúde e coordenação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começou na semana passada em todo o país. No Paraná, 83 municípios foram selecionados e cerca de 3.822 domicílios serão visitados pelos entrevistadores. O objetivo do estudo é mapear o estilo de vida da população e conhecer a real situação da saúde brasileira.


Em Apucarana, treze moradias foram selecionadas para formular a base estatística. Na primeira etapa, todos os membros da família responderão questionário, abordando questões sobre acesso e uso dos serviços de saúde, ações preventivas e financiamento da assistência de saúde, entre outros. 
A segunda fase consiste em medição de peso, altura, circunferência abdominal e pressão arterial além de exames laboratoriais de sangue e urina.

“Apenas um morador maior de 18 anos será selecionado aleatoriamente pelo sistema para responder novo questionário e posteriormente realizar os devidos exames”, explica o agente de pesquisa e mapeamento Philipe Zanardo Ally. A escolha será feita pelo computador de mão do agente. O agente também coletará dados nos municípios de Arapongas e Santa Fé.


Os dados serão encaminhados à sede do IBGE, no Estado do Rio de Janeiro, para tabulação. Ao todo, 80 mil moradias serão visitadas em todo o Brasil. Os resultados das pesquisas serão divulgados em 2014.


A previsão é que o levantamento seja realizado a cada cinco anos, com detalhamento nos níveis Brasil, grandes regiões, unidades da federação e regiões metropolitanas. 



PESQUISA

A residência de Erica Rodrigues de Campos, no Jardim Minas Gerais, foi a primeira das 13 selecionadas em Apucarana a receber visita do agente. A dona de casa interrompeu seus afazeres e, antes de responder o questionário do IBGE, que é sigiloso, destacou a importância da pesquisa. “O Governo pode desenvolver melhorias onde há maior necessidade”, observa.


O marido de Erica, Lázaro Ademir Santiago, reclama da situação da saúde no Brasil. O motorista informa que a sua família, o casal tem um filho, depende do Sistema Único de Saúde e classifica o atendimento como “muito precário. “Espero que não fiquem só na pesquisa. Precisamos de mudanças para melhorar”, comenta.



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